segunda-feira, 5 de outubro de 2009

De novo o Twitter

Que demora em postar, alguém pode imaginar... o trampo tá soda, pode acreditar. Ando tão esgotado que não me vem nada à cabeça para escrever.

Aliás, só estou dando uma passada por aqui pra dizer que achei aquele twitter um saco, bastante inútil para mim, na verdade. Então deletei a conta. Simples assim. Então não estou mais por lá, ok?

Esse final de semana devo ter novidades, vou ver se posto algo por aqui...

Flw

domingo, 30 de agosto de 2009

Eu no Twitter

Como sou tecnologicamente curioso, mas não apressado, somente agora criei um twitter para mim. Vou experimentar a coisa por um tempo pra ver se acho útil ou divertido, ou qualquer outra coisa. Por enquanto achei meio confuso e morno, mas quem sabe??

Quem quiser acompanhar minhas twittadas, é só conferir em @saitar (traduzindo: quem quiser acompanhar meus mini-mini-mini-posts lá, acesse www.twitter.com/saitar

domingo, 16 de agosto de 2009

Anime Five playlist - nova atualização

O visitante mais observador terá percebido que eventualmente atualizo alguma música da playlist incorporada à esta Casa. Dessa vez atualizei a lista inteira. Relembrando, o que é essa lista? É uma seleção (processo às vezes desgastante, acredite) de cinco das músicas relacionadas a anime que mais curto no momento. E quais são elas desta vez, de onde vêm, e por que foram selecionadas? Se pertinente ou mesmo possível, colocarei um vídeo.

A 5a da lista é Bouken Houkiboshi, abertura de Tales of the Abyss, na voz de Kurumi Enomoto. A música é muito legal, ouso dizer que é a única coisa que presta do anime. Baixei o dito cujo na maior empolgação por ser da série "Tales of" e achei um fiasco. Pra ajudar, uma fonte mais do que confiável me adiantou que o fiasco dos 3 primeiros episódios que eu havia visto se prolongaria até o 26º. Pulei fora e fiz-me o favor de apagar os 7 episódios que havia baixado na ânsia... Mas a música é muito boa... coloquei até como toque no celular ^^

A 4a é Everlasting Song, do FictionJunction ASUKA, parte do projeto solo da genial/fenomenal/compositora/música/ponto de interrogação/etc. Yuki Kajiura. Ela sempre tem coisas legais a mostrar, nas vozes de diversas cantoras japonesas. A música em questão é o último encerramento de Erementar Gerad, que eu já comentei aqui no blog, e a voz na música, obviamente, é de Asuka Kato. A canção é muito boa; muito boa, mesmo. Ótimo ponto final para um anime mais que ótimo. Bora lá ouvir pra ver se não é mesmo. Aqui ao vivo, mas a canção começa mesmo lá pelos 3 minutos, ok?


edit: achei uma versão belíssima dessa música somente com o piano da Yuki e a voz da Asuza, em inglês. I hope all you enjoy ^^


A 3a é Life is Like a Boat, bela canção que presta de primeiro encerramento para o anime Bleach. Confesso que não vi o anime, mas devido ao alto número de recomendações que recebi ele se encontra na minha lista - gigantesca - de coisas para ver. Cantada por Rie Fu, mescla Japonês e Inglês de maneira incrivelmente simbiótica. A levada calma e tranquila, num estilo levemente country contrasta seriamente com a temática amorosa náutica, porém o resultado é muito bom. Segue o vídeo oficial.


A 2a é Memories, primeiro encerramento de One Piece, e quem canta é Maki Otsuki. Impressionante a mistura de instrumentos nessa música, e a produção é uma coisa interessantíssima. Gosto muito dessa música porque ela empolga bastante. Mas tem que ouvi-la inteira, senão não tem graça.

Por fim, mas na verdade, inicialmente, Crystal Energy, segunda abertura de Mai Otome, anime que comentei em meu último post. Minami Kuribayashi, que dubla a personagem Erstin no anime, canta a abertura, que é bem mais empolgante, e bem mais ritmada que a primeira abertura, tendência que é reflexo da mudança que ocorre também no anime. E como coloquei o vídeo da abertura de Mai Otome, vou colocar aqui a apresentação ao vivo da Minami no Animelo 2006.



Eis aí a lista. Enjoy it! ^^

quarta-feira, 22 de julho de 2009

O Poder e a Amizade: Mai Otome

Coincidentemente, próximo à data em que foi comemorado o Dia do Amigo estava eu assistindo a um anime que trata, basicamente, do tema amizade.

Mai Otome, série derivada de Mai Hime (que eu não vi ainda), trata de uma adolescente, Arika, que chega a uma academia de Otomes, e que lá trava amizade com outras meninas que carregam o mesmo sonho que ela.... Ok, o splot não empolga muito e o começo é meio school-life, parece anime de menina. Mas acaba valendo pelas risadas - muitas risadas. Mas o negócio começa a ganhar uma profundidade insana, e de repente percebe-se a caracterização de anime como um drama shounen.

Vamos lá. Arika é orfã, e só com o passar dos episódio, com imagens recuperadas em memória por outros personagens, é que começamos a perceber a real história da menina. Criada pela avó, ela fica sabendo que sua mãe era uma famosa Otome, mulheres guerreiras que tiram seu poder de contratos 'mágicos' pactuados com chefes de estado mundo afora. Elas servem como chefes do exército, mas são capazes de causar mais dano que o próprio exército, materializando armas, voando, etc., graças a Mantos criados por nanomáquinas implantadas em sua corrente sanguínea. A contrapartida dessa relação com os chefes de estado é que mestre e otome compartilham os danos da batalha. Se um morrer, o outro morre também. Essa tecnologia é proveniente de remanescentes terráqueos que eras antes chegaram ao planeta onde se passa a história. E é essa tecnologia, restrita à academia otome, que causa a crise que guiará o anime. Se a tecnologia que permite a existência das otomes fosse espalhada, muitos males poderiam ser evitados, bem como muitos males poderiam ser atiçados. Então há uma cisão no entendimento do que é feito, e do que deveria ser feito com essa tecnologia.

Mas eu me perdi em algum momento ^^". Arika vai, então, à academia, e lá, após muitas confusões, consegue uma vaga. Suas colegas de quarto são Nina Wong, filha adotiva de um general de um país vizinho e que odeia Arika por não ter precisado passar pelas duras provas seletivas da academia; e Erstin, menina misteriosa e aparentemente meio parva, protagonista de uma das cenas mais dramáticas da série. A improvável amizade que surge entre elas, os desencontros e as desgraças que acompanham suas vidas ditarão os rumos do futuro do mundo.

Outro ponto é que durante todo o anime, a pergunta frequentemente feita é: O que é uma Otome? E eu percebi que as respostas, quando havia resposta, eram sempre diferentes, já que o ser algo está dentro de cada um de nós. Mas fui percebendo que uma otome é um poder. E o poder geralmente corrompe. Entenda, elas não são o poder em si, mas o instrumento. É como o Um Anel de Sauron. Ele por si só não é poder, mas possui-lo aparentemente indica ter o poder. E todos querem ter uma Otome, e se não for possível, roubar o poder que elas usam.

Outra característica, que no início é meio estranha pela classificação do anime, é a tensão sexual entre os personagens, primeiramente notado entre as alunas e professoras da academia. Pensei nisso como o escancarar de portas do que ocorre em um santuário feminino, afinal elas são como que sacerdotizas, e a energia sexual adolescente ali deve acabar sendo canalizada para alguma coisa, não? Mas então a coisa descamba para fora dos círculos acadêmicos. Entenda-se aqui que não há menção nenhuma à coisa, e pouquíssimas insinuações. Não é esse o tema do anime. Há relação homossexual entre 2 personagens importantes, mas nada é descarado. Aliás, no anime o sexo é relacionado de duas formas, como acontece na realidade: como maneira de expressar o amor; e como maneira de obter ganhos políticos. A verdade nua e crua, com o perdão do trocadilho.

Resumindo, é um anime que surpreende, empolga, bem acima da média, e que os levará a buscar a sequência Mai Zhime Zwei, e a prequência Mai Otome S.ifr. Seguem as duas aberturas, que já foi dito que a abertura diz o anime a que vem. Abraços.




terça-feira, 14 de julho de 2009

To boldly go where no Man has gone before... 5

Jornada nas Estrelas - Primeiro Contato (Star Trek - First Contact) 1996
Já disse aqui que não gosto de Borgs? Bom, não suporto. Nem as histórias. E os inimigos aqui são justamente os borgs. Já de uniforme novo e nave de última geração, a Enterprise E, Picard e sua turma... adivinha? Voltam no tempo! Sério.. sem brincadeiras. Mas dessa vez foi sem querer, indo no rastro de uma nave remanescente de um cubo borg destruído em batalha. Nossa querida nave e sua tripulação acabam indo para um dia antes do Primeiro Contato, o dia em que Zefram Cochrane voou com a Phoenix para testar a dobra espacial pela primeira vez. Em decorrência disso, alguns Vulcanos dando um rolezinho pelo sistema resolvem descer na Terra e dar uma olhada nos humanos, que até ontem mesmo pareciam não merecer sequer uma piscadela. Como esse encontro foi o primeiro passo para a criação da Federação Unida de Planetas e para a evolução social da espécie humana terráquea, os borgs querem estragar tudo. Claro que Picard, com a ajuda de Data, os impede, e de quebra acaba com aquela que parece ser a "rainha" da comeia borg. Bom, o filme vale pelos momentos divertidos de LaForge e Riker com Cochrane, pela personagem Lilly chamando as miniaturas das Enterprises na sala de Picard de "navezinhas", e pela humilhante enganação sofrida pelos borgs nas mãos de Data.

Jornada nas Estrelas - Insurreição (Star Trek - Insurrection) 1998
Na minha opinião o melhor com a Nova Geração. Aqui há o conflito filosófico "minha espécie" x "outras espécies" que tornou célebre a série desde os já longínquos anos 60. Em um planetinha obscuro, fora do caminho de todo o mundo, no meio de uma nuvem de poeira intragável, vivem os remanescentes de uma espécie antiga e sábia. Eles sabem muito sobre a tecnologia contemporânea, mas preferem viver de maneira bucólica. Eles são os Baku, e ninguém ligaria a mínima para não fosse o fato de que eles simplesmente não envelhecem. A razão para isso é o material formador dos anéis (ou anel, ou algo parecido, não me lembro bem) que rodeia o dito planeta. E é esse material que os Son'a anseiam, só que para isso eles têm que exterminar com toda a vida do planeta. Bom, não vou contar quem são os Son'a, mas eles são maus, são tecnologicamente avançadíssimos, e têm ao seu lado um almirante da Federação encobrindo toda a jogada. Claro que Picard descobre tudo, e decide se insurgir contra as ordens de seu superior, daí o título do filme. Com uma grande história por trás, ótimas cenas de ação, e uma cena de Picard dançando um ritmo caribenho, é um filme altamente recomendável. Encerro com uma pergunta feita pelo Capitão como respota à exclamação do Almirante Dougherty de que eles estariam 'apenas' movendo seiscentas pessoas:

"Quantas pessoas seriam preciso, almirante, antes que se tornasse errado, hmm? Mil? Cinquenta mil? Um milhão? Quantas pessoas seria preciso, almirante?"

sábado, 4 de julho de 2009

Morreu...

Como homenagear um cara que, vida pessoal à parte, era soda. Michael Jackson foi sodão. O mais soda da música dos últimos tempos, mesmo sem fazer nada de música há uns 10 anos ou mais.

Resolvi fazer diferente. Ao invés de mostrar o cara, vou mostrar a marca do cara na mídia. De maneira engraçada, claro, que de séria já basta a porcaria do dia-a-dia. Logo no começo do blog coloquei uma lista de vídeos (que por sinal estão misteriosamente com os links quebrados ¬¬), e dois deles lá no meio, de um tal Weird Al Yankovic, já parodiavam aquele que seria chamado de 'o rei do pop'. Vou colocar somente o link direto pro tubão porque parece que o Al desativou a incorporação de todos os vídeos completos dele que eu achei. Mas também é só clicar. Larga de ser preguiçoso(a), bolas!

O primeiro aqui é Fat, parodia de Bad. Tem gente que não gosta desse vídeo, mas eu o acho hilário. Cada detalhe do video de Scorcese foi declaradamente e descaradamente debochado aqui, com um resultado muito bom.

Eat It tira uma onda com Beat It. Como se precisasse. Tá tudo lá.. as gangues ridículas que se enfrentarão no final do clipe; o pijama de teclado do cantor, a imitação superdesenvolvida da respiração de porquinho, como diria Marcos Mion. Só faltava arranjarem mesas de sinuca sem caçapa, como no original.

Pra encerrar, vai o Thriller de uma maneira no mínimo inesperada. Um abraço a todos.


quinta-feira, 11 de junho de 2009

To boldly go where no Man has gone before... 4

Jornada nas Estrelas - Generations (Star Trek - Generations) 1994
O filme que poderia não ter sido, segundo alguns. Não que o filme seja ruim, pelo contrário. É bom. Mesmo. Mas tem um defeito. É aqui que morre James Tiberius Kirk. Mas eu concordo parcialmente com essa visão com a qual inicie esse artigo. Morre o personagem, mas não a lenda. Acho que foi essa a ideia dos envolvidos: a morte de Kirk teria que ser mostrada pela importância histórica do personagem. Mas o problema, segundo alguns, foi como ocorreu a morte, ou mortes. Bom, vamos aos fatos. Parte da antiga tripulação é convidada a prestigiar a inauguração da Enterprise B e, claro, ocorre um problema. Eu diria que a nave não estava preparada, tampouco seu capitão. Kirk toma a frente e salva uma porção de El-aurianos de uma onda de energia estranha. Entre eles estava Guinan - médium de Patrick Swayze num antigo e conhecido filme e futura atendente no bar da Enterprise D - e Soran, um cientista meio doido para o qual ninguém dá atenção no momento. Bom, o fato é que essa onda de energia acaba pegando a nave, exatamente no trecho onde Kirk tinha decido para manualmente ativar um processo que possibilitaria o salvamento do povo citado antes. Nesse momento morre, históricamente, o personagem James T. Kirk. Morre heróicamente, claro. Corta para o futuro, e vemos a próxima geração de tripulantes da Enterprise que, sob o comando de Patrick Stewart - ops - Picard, encontram-se homenageando o klingon Worf e tendo que ir salvar uma estação espacial com problemas. Quem está lá? Soran, claro. O que o cara quer é destruir uma estrela e por tabela matar a população inteira de um planeta para fazer com que a tal onda de energia lá do começo. Essa onda, chamada Nexus, é como que uma dimensão atemporal onde uma pessoa revive realidades próprias de sua imaginação: um paraíso para os que querem fugir da realidade. Picard tenta impedir o figura, mas não consegue, tudo vai para o saco e ele é engolido pelo Nexus. Lá ele troca uma ideia com Guinan, que está lá por causa das frações de segundos que passou antes de sua nave ser salva por Kirk. Aliás, Kirk também está lá, e é convencido por Picard a voltar e impedir o plano de Soran. Até aí tudo bem, descobrimos que Kirk não havia morrido, ou havia morrido mais ou menos. O que pesou para muitos foi o fato de ele morrer (pela 2a vez) embaixo de destroços após ter caído dum penhasco. A cena é realmente pouco heróica: dois tiozinhos lutando contra um figura com mais de 100 anos, e no final das contas só sobra o careca. O que muitos não veem é que essa foi a morte do personagem, mas SEM a importância histórica. Kirk dá a vida pelo que sempre lutou, pela justiça e pela chance que as pessoas têm de viverem suas vidas. Ele morre para que Picard possa realmente ser o capitão da Enterprise na continuação da franquia. Mas para mim o que importa é a mensagem do filme: a cadeira no centro da ponte da Enterprise deve pertencer somente ao capitão mais bem preparado da Frota, aquele que conhece suas forças e suas fraquezas; e parece que tem que ser reconhecido por Kirk. John Harriman só se mostra apto a sentar na cadeira de capitão da Enterprise B quando reconhece suas limitações e recebe a baliza de Kirk; até seu jeito de comandar muda a partir desse momento. Picard então, apesar de ser reconhecidamente capaz, também precisaria receber a aprovação de Kirk. E é para isso que esse filme foi feito. E o resto? Bem, o resto, como dizem por aí, o resto é história...