segunda-feira, 24 de maio de 2010

De volta aos animes

Ando sem criatividade para escrever aqui. Muito enrosco no trabalho, e tal. Mas voltei a ver animes. Finalmente, depois de uns 3 anos, terminei de ver o Hades Chapter do Cavaleiros, que é muito bom, apesar de extremamente melodramático (tarefa hercúlea seria catalogar todas as vezes que alguém diz "Seiya!" com aquela maneira afetada marcante da série; já a esperada "Morra, Seiya!" só aparece uma vez, e o cara não é nem capaz de cumprir!!!).

Agora estou vendo Stellvia, que se passa num futuro terrestre pós-apocalíptico, quando o planeta se prepara para uma segunda onda de choque resultante de uma supernova próxima (a primeira quase inutilizou nosso querido pálido ponto azul. Aqui o esquema são os mechas, máquinas controladas por pessoas. A personagem principal, Shima, é uma menina prodígio, extremamente insegura e meio perdida no começo, mas que vai mostrando a que veio na Estação Espacial Stellvia. Ainda estou vendo mas a coisa vai ficando boa a cada episódio. Me lembra bastante o Mai Otome, que começou bastante informal e descontraído, mas que depois aprofundou e ficou muito bom.

Veremos

quinta-feira, 4 de março de 2010

To boldly go where no Man has gone before... 6

Jornada nas Estrelas - Nêmesis (Star Trek - Nemesis) 2002
Quando vi esse filme pela primeira vez tive duas reações. Primeiro eu gostei, porque parecia um episódio longo da série; e depois me senti órfão porque sabia que não mais veria aqueles personagens em filme novamente. Então anos depois vi muita gente metendo o pau no filme, e não conseguia lembrar do bicho. Então vi todos, de uma leva só praticamente em menos de um mês, e entendi do que falavam. Não que a história seja ruim, pelo contrário, é muito boa. Mas colocaram o filme nas mãos dum cara que disse, numa entrevista especial para a versão em dvd, que não gosta de Jornada. Heresia (não ele não gostar, ele está no direito dele; mas, pombas, não dirige, então!!!). Enfim, muita ação, e pouca reflexão, pouca filosofia, a interação pactual entre inimigos não é tão desconfortável como deveria ser. Vale meio como que uma ligação com a película mais nova, como diria meu amigo Robson, lançado esse ano. Afinal, foi a partir desse episódio que começou a interação entre a Federação e Romulus, que levaria ao episódio causador da desavença entre Spock e Nero no novo filme. Por isso. (26-07-09)

Jornada nas Estrelas (Star Trek) 2009
Vi no cinema, mas esperei pra escrever somente quando revisse o filme em casa, longe do calor da telona. Agora uns 6 meses depois, finalmente adquiri o filme (com direito a uma Enterprise porta-dvds linda de brinde) e me proponho a escrever algo aqui. Como disse na resenha anterior, foi por causa da interação entre Romulus e a Federação que Spock acabou inesperadamente por provocar uma volta no tempo dele e do minerador romulano Nero, ótimo vilão interpretado pelo hulk Eric Bana. O homem fica bravo porque Spock se propôs a conter a destruição de uma estrela, que acabou entrando em colapso antes do previsto e destruiu Romulus - e obviamente, a família de Nero. A nave do romulano acab voltando no tempo exatamente no momento do nascimento de ninguém menos que James Tiberius Kirk, cujo pai padece no confronto para que sua esposa, pimpolho recém-nascido e restante da tripulação possam se salvar. Pronto, tudo mudado, novas possibilidades de uso da série graças às mão hábeis, porém não-trekkers, de J.J. Abrams, o aclamado diretor de Missão Impossível e Lost. Centrado no início conturbado da amizade entre Kirk e Spock, e também na formação da tripulação da mais famosa nave da ficção científica mundial (ao lado da Milennium Falcon, muito provavelmente), Star Trek arrasa. Magro, Uhura, Sulu, Scotty, Chekov, estão todos lá. Os atores convencem em seus papéis - Zoë impressiona no terminal de comunicação (daria uma ótima Tempestade para X-Men), e Carl Urban É Leonard McCoy, em atuação muito convincente como médico da nave.Realmente o filme é muito bom, com ação, diversão e drama na medida certa, à altura do que eu esperaria de um Jornada nas Estrelas. Mas nem tudo são flores na nova linha do tempo criada por Abrams. Há algumas falhas grotescas, que passam ao espectador não-conhecedor da série, mas ainda assim falhas. A mais gritante para mim foi o fato de que na nave do pai de Kirk a insígnia da tripulação é o já famoso delta - nenhum problema não fosse o fato de que o delta não era usado por toda a federação antes da Enterprise, já que cada nave tinha uma missão e sua própria insígnia (e seria forçar a barra dizer que a tripulação da USS Kelvin usava o delta 25 anos antes da Enterprise por coincidência). Alguém dirá, "mas que bobagem, que isso importa?". Importa, pois são esses detalhes que fizeram, e ainda fazem, com que Jornada seja um sucesso há mais de 40 anos. Vida longa e próspera a todos, e que venha Jornada XII.


"Espaço. A fronteira final. Essas são as viagens da nave estelar Entrerprise. Prosseguindo em sua missão para explorar novos mundos, pesquisar novas vidas e novas civilizações audaciosamente indo aonde ninguém jamais esteve."

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Plushenko

Se alguém já teve a oportunidade de assistir a uma apresentação de Patinação Artística alguma vez, deve saber que é uma das coisas mais belas que o ser humano pode fazer sobre o gelo. A queda de bunda provavelmente é outra dessas coisas belas para se ver no gelo, mas não é o nosso caso aqui. Estamos falando do russo Evgeni Plushenko.

Apesar de não ter levado o ouro olímpico de Vancouver hoje na patinação artística masculina, o talento e a irreverência desse que é considerado um dos melhores patinadores do gelo de todos os tempo não podem ser negados.

Resolvi então garimpar algumas apresentações dessa fera e incorporá-las aqui para que todos que visitam esta Casa possam apreciar e se divertir. Enjoy the best male figure skater these days.





Esse está com um problema no final do vídeo, mas é ótimo também

E para encerrar uma performance para um show de tv russo em 2008, com a empresária Yana Rudkovskaya, com quem casou em 2009. Ela não patina tão bem, mas o número é bem legal. Abraços a todos.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Como quebrar a cabeça...

Olá, depois de tanto tempo. Posso dizer que os nossos governantes estragaram a vida de quem trabalha em escola esse segundo semestre. Estive tão estragado que não tinha ideias, ou sequer vontade de escrever algo.

Agora recebi um comentário inusitado de um rapaz de Salvador que descobriu meu espaço, Eru sabe como, e o achou interessante. Um motivo a mais para continuar. Muito obrigado pela injeção de ânimo, Cristiano. Vamos para a última postagem do ano, então, peço desculpas por não ser nenhuma análise, ou alguma observação das que eu costumo fazer. Será mais como um exercício de escrita, daqueles que costumávamos fazer para as aulas da Maria Tereza, e que ela definitivamente não gostava.

Alguns devem saber que estava às voltas com um quebra-cabeça imenso. Há cerca de 3 anos fui instigado a entrar nesse mundo. Falaram tanto em quebra-cabeças numa academia que eu frequentava, que me deu vontade de tentar. Como minha esposa, na época minha noiva, já montava alguns, pedi sua ajuda. E de lá para cá estávamos presos a isso.

Claro, por que eu começaria com algo simples? Sou louco o bastante para começar com algo difícil. Escolhi o "Mapas Históricos", de 5000 peças, da Grow. Esse aqui. O bom dele é que é dividido em 4 mapas, portanto dava pra montar separado. Foi como se eu montasse 4 puzzles de 1250. Mas logo que começamos, descobrimos que faltava uma peça, e solicitamos a troca. Atendidos, contamos as peças, 5000 exatas, e recomeçamos. Montávamos sobre folhas de papel cartão, e guardávamos em uma pasta daquelas grandes, de arquiteto. Tudo com muita calma e paciência, quanto tínhamos saco pra montar. Então casamos e a coisa praticamente parou de vez. Mas há uns 2 meses ela sem querer levantou a pasta e quase tudo desmontou. Então eu tomei vergonha na cara e resolvi recomeçar e finalizar de vez a empreitada.

Terminou dia 29, na verdade já era dia 30, uma da madrugada. E descobri que havia perdido uma peça!!!!

Bom, entrei em contato com a Grow, verificando a possibilidade de obter a malfadada peça, e aguardo o retorno. Mas já preparei, com a ajuda do meu amigo Beto, um plano B. Se for necessário, produziremos uma réplica da peça.

Agora já planejo meu próximo puzzle, mas um mais simples desta vez. Perdões pelo post inútil, tenho dois outros melhores inacabados no forno, mas precisava desencantar e voltar aqui.

Um bom 2010 para todos e, por que não?, para mim! Porque 2009 foi osso.

Abraços

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

De novo o Twitter

Que demora em postar, alguém pode imaginar... o trampo tá soda, pode acreditar. Ando tão esgotado que não me vem nada à cabeça para escrever.

Aliás, só estou dando uma passada por aqui pra dizer que achei aquele twitter um saco, bastante inútil para mim, na verdade. Então deletei a conta. Simples assim. Então não estou mais por lá, ok?

Esse final de semana devo ter novidades, vou ver se posto algo por aqui...

Flw

domingo, 30 de agosto de 2009

Eu no Twitter

Como sou tecnologicamente curioso, mas não apressado, somente agora criei um twitter para mim. Vou experimentar a coisa por um tempo pra ver se acho útil ou divertido, ou qualquer outra coisa. Por enquanto achei meio confuso e morno, mas quem sabe??

Quem quiser acompanhar minhas twittadas, é só conferir em @saitar (traduzindo: quem quiser acompanhar meus mini-mini-mini-posts lá, acesse www.twitter.com/saitar

domingo, 16 de agosto de 2009

Anime Five playlist - nova atualização

O visitante mais observador terá percebido que eventualmente atualizo alguma música da playlist incorporada à esta Casa. Dessa vez atualizei a lista inteira. Relembrando, o que é essa lista? É uma seleção (processo às vezes desgastante, acredite) de cinco das músicas relacionadas a anime que mais curto no momento. E quais são elas desta vez, de onde vêm, e por que foram selecionadas? Se pertinente ou mesmo possível, colocarei um vídeo.

A 5a da lista é Bouken Houkiboshi, abertura de Tales of the Abyss, na voz de Kurumi Enomoto. A música é muito legal, ouso dizer que é a única coisa que presta do anime. Baixei o dito cujo na maior empolgação por ser da série "Tales of" e achei um fiasco. Pra ajudar, uma fonte mais do que confiável me adiantou que o fiasco dos 3 primeiros episódios que eu havia visto se prolongaria até o 26º. Pulei fora e fiz-me o favor de apagar os 7 episódios que havia baixado na ânsia... Mas a música é muito boa... coloquei até como toque no celular ^^

A 4a é Everlasting Song, do FictionJunction ASUKA, parte do projeto solo da genial/fenomenal/compositora/música/ponto de interrogação/etc. Yuki Kajiura. Ela sempre tem coisas legais a mostrar, nas vozes de diversas cantoras japonesas. A música em questão é o último encerramento de Erementar Gerad, que eu já comentei aqui no blog, e a voz na música, obviamente, é de Asuka Kato. A canção é muito boa; muito boa, mesmo. Ótimo ponto final para um anime mais que ótimo. Bora lá ouvir pra ver se não é mesmo. Aqui ao vivo, mas a canção começa mesmo lá pelos 3 minutos, ok?


edit: achei uma versão belíssima dessa música somente com o piano da Yuki e a voz da Asuza, em inglês. I hope all you enjoy ^^


A 3a é Life is Like a Boat, bela canção que presta de primeiro encerramento para o anime Bleach. Confesso que não vi o anime, mas devido ao alto número de recomendações que recebi ele se encontra na minha lista - gigantesca - de coisas para ver. Cantada por Rie Fu, mescla Japonês e Inglês de maneira incrivelmente simbiótica. A levada calma e tranquila, num estilo levemente country contrasta seriamente com a temática amorosa náutica, porém o resultado é muito bom. Segue o vídeo oficial.


A 2a é Memories, primeiro encerramento de One Piece, e quem canta é Maki Otsuki. Impressionante a mistura de instrumentos nessa música, e a produção é uma coisa interessantíssima. Gosto muito dessa música porque ela empolga bastante. Mas tem que ouvi-la inteira, senão não tem graça.

Por fim, mas na verdade, inicialmente, Crystal Energy, segunda abertura de Mai Otome, anime que comentei em meu último post. Minami Kuribayashi, que dubla a personagem Erstin no anime, canta a abertura, que é bem mais empolgante, e bem mais ritmada que a primeira abertura, tendência que é reflexo da mudança que ocorre também no anime. E como coloquei o vídeo da abertura de Mai Otome, vou colocar aqui a apresentação ao vivo da Minami no Animelo 2006.



Eis aí a lista. Enjoy it! ^^